sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Condenado pela morte de estudante na porta de clube vai continuar preso

Acusado de participar do assassinato do estudante Paulo Roberto Rosal Filho, de 24 anos, Bruno da Silva Farias vai continuar preso. O habeas-corpus com o qual ele pretendia responder ao processo em liberdade teve o seguimento negado pelo ministro Nilson Naves, da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça Bruno foi condenado juntamente com outros três jovens por matar o estudante Paulo Roberto Rosal Filho na saída do clube da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em Brasília. O crime ocorreu em 13 de janeiro de 2007, por volta das 4h da manhã. Paulo Roberto foi abordado por Bruno da Silva Farias ao sair de um pagode promovido pela AABB, na companhia da namorada e de amigos. Conforme consta da denúncia, Bruno, de arma em punho, aproximou-se da vítima e atirou duas vezes: na primeira tentativa, a arma falhou, na segunda, o tiro atingiu o rosto do estudante, que morreu no local. Segundo testemunhas, não houve discussão prévia entre vítima e agressor. No habeas-corpus ao STJ, a defesa pleiteava a revogação da prisão preventiva. O relator, ministro Nilson Naves, contudo, negou seguimento ao pedido devido ao fato de o rapaz ter sido condenado à pena de 18 anos de reclusão e esta condenação ter sido confirmada no julgamento da apelação pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios em sede de apelação.

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